Entrando na Fundação NWE causal
O lookahead dos fatores B3 e o offset sazonal do backend já foram corrigidos. Agora o NWE precisa se tornar um cálculo único, causal e igual no replay, API, Firebase e interface.
Uma visão executiva de onde o IRAI está, o que será corrigido, o que será melhorado e quais capacidades novas chegarão para WIN e WDO.
O lookahead dos fatores B3 e o offset sazonal do backend já foram corrigidos. Agora o NWE precisa se tornar um cálculo único, causal e igual no replay, API, Firebase e interface.
O Tactical Layer combinará contexto macro, pullback e confirmação micro para mostrar estados como AGUARDAR, ARMADO, CONFIRMADO e NÃO OPERAR.
O roadmap separa claramente manutenção da fundação e criação de produto. Nenhuma funcionalidade tática é ativada antes dos gates quantitativos.
A taxonomia impede que uma hipótese seja apresentada como defeito e deixa evidente quando estamos apenas fortalecendo algo que já existe.
Comportamento atual incorreto em relação ao que já deveria acontecer.
Mais confiabilidade, desempenho ou manutenção, sem capacidade operacional nova.
Uma capacidade nova e perceptível para o operador.
Investigação ou gate; só vira bug quando houver evidência.
A sequência é causal: primeiro confiamos nos dados e indicadores; depois treinamos; por último mostramos e ativamos.
Alinhamento B3 e DST corrigidos no backend.
Fonte única para NWE, VWAP e ATR.
Migrações, Axi, métricas e WDO verificados.
Modelo micro, estados, eventos e interface.
A v1 foi cortada para produzir evidência rapidamente e evitar uma interface maior que a capacidade de validação.
Use os filtros para enxergar separadamente correções, melhorias, novas capacidades e validações.
Alinhamento do target e dos fatores no mesmo instante.
Offset B3/Tickmill sensível à data da sessão.
Remover o deslocamento visual fixo no frontend e Firebase.
Impedir que barras posteriores alterem valores históricos.
Um único cálculo para replay, API, Firebase e interface.
Criação limpa e atualização geram o mesmo schema.
Threadpool, single-flight e payload Firebase controlado.
Replay causal e auditável, barra a barra.
Confirmação de curto prazo validada por walk-forward.
De AGUARDAR a CONFIRMADO, com reason codes.
API, Firebase e UI entregues inicialmente desligados.
Recalcular o baseline depois da correção temporal.
Medir o relógio Axi e liberar o segundo ativo do piloto.
Gate final com MT5 e terminais reais.
O plano não confunde “código pronto” com “modelo autorizado”. Cada estágio precisa produzir evidência para liberar o próximo.
O mesmo NWE precisa aparecer na série, overview, Firebase e frontend.
O modelo micro só avança com walk-forward, custos e métricas calibradas.
Nenhum estado persistido pode nascer de OHLCV ainda mutável.
A integração chega antes da ativação; cada ativo é liberado separadamente.
Linux cobre código e histórico; o live depende dos terminais MT5 reais.
O resultado desta rota é uma leitura tática mais clara e auditável. Não haverá envio de ordens, recomendação de lote ou promessa de execução. O valor está em transformar contexto estatístico em estados que o operador consegue entender e verificar.